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Plano seguro de medição · Estado e medição

Congele a superfície real

Você aprenderá por que o ranking deve medir o caminho que o Warp usa, não um atalho conveniente.

Fontes locais primárias: plano, matriz por modelo, plano por célula, manifesto e inventário sanitizado.

A ideia em linguagem simples

O mesmo modelo pode parecer mais rápido quando você pula o sidecar. Para medir a experiência do Warp, primeiro descubra qual provider está ativo. Se for a configuração local, a pista principal é a porta 8321; se for a entrada HTTPS persistida, ela vira a pista principal. A porta 8317 continua apenas como diagnóstico pareado.

Pense nesta medição como uma balança lacrada: se você troca a balança ou move o objeto no meio, o número perde o significado. A analogia quebra porque gateways também podem transformar o pedido, não apenas pesar.

O freeze repete catálogo, versão e hashes e registra a superfície ativa. Qualquer ambiguidade ou drift interrompe o run. O inventário sanitizado provou 16 IDs iguais em 8321, 8317 e na entrada HTTPS redigida, mas a superfície ativa ainda deve ser reconfirmada na janela do benchmark.

Trecho verificável

GET /v1/models → HTTP 200\n16 IDs · hash 9886714a…8286\nprimary = ACTIVE_WARP_PROVIDER_TO_BE_FROZEN

outputs/BENCHMARK-MEASUREMENT-PLAN.md · outputs/benchmark-cell-plan.csv · outputs/planned-run-manifest.json

O caminho em uma imagem

Warpsidecar · 8321CLIProxyAPI · 8317providerproof gate · gate de prova
Warp → sidecar → CLIProxyAPI → provider → proof gate

Teste de recuperação

Qual pista define o número principal do benchmark?